A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais
moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e
comparado com padrões para idade e sexo.
Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos.
Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa,
tanto para o paciente como para o próprio técnico. Cumpre lembrar que,
de acordo com o item 32.4.4 da NR-32, grávidas não podem trabalhar com
radiação ionizante em serviços de saúde, independentemente do nível de
exposição à radiação.
As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.
Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um
diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e consequente predição do
índice de fratura óssea.
Segundo a Organização Mundial de Saúde,
OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa
óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.
O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da
osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no
tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum.
O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada com base nos resultados obtidos com a densitometria.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Densitometria_%C3%B3ssea

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